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Qual a diferença entre site e plataforma digital?

21/10/2020 - Websites

Plataformas digitais, diferente dos sites, operam como um serviço de hospedagem. É como uma pagar um aluguel em vez de comprar uma casa.

Em resumo, se você busca uma opção barata a plataforma é a solução feita para o seu negócio, mas e se a sua empresa precisa de performance?

Para entender um pouco mais porque sites são opções mais caras, mas com melhor desempenho, precisamos nos aprofundar nas diferenças entre site e plataforma.

Site ou plataforma digital: qual é melhor?

O site é um conjunto de páginas e sistemas web que servem como endereço digital da sua empresa. De forma prática, ela representa uma versão digital do seu negócio.

O site pode executar muitas funções. Ele pode servir como ferramenta de divulgação para captar clientes, pode apresentar a instituição, oferecer serviços e até servir como loja.

Os recursos de um site são ilimitados, só dependendo do seu orçamento e da capacidade do programador que vai executar o seu projeto.

A plataforma, de forma similar, atende as mesmas demandas que o site, com duas diferenças fundamentais.

A plataforma é um serviço, não um produto.

A plataforma é uma casa alugada aonde a sua empresa vai se estabelecer no digital.

Acabando o contrato com a plataforma, sua empresa tem que começar do zero, mas isso pode não ser um problema, especialmente se você pretende ter um relacionamento de longo prazo com a plataforma.

Eu não estou aqui para dizer que plataformas não são uma boa opção. Elas são uma ótima opção para quem busca uma solução simples, barata e prática.

Todo mundo quer que o seu site seja lucrativo e, para isso, certos quesitos de desempenho precisam ser respeitados.

Primeiro, o site tem que ser rápido ao carregar. Essa velocidade é crucial para relevância no Google e a lentidão é um dos principais fatores que fazem o cliente desistir do acesso.

Segundo, ele precisa ser projetado para otimizar a experiência do cliente.

Isso significa pensar no site como uma solução para o problema do usuário e desenvolver as ferramentas para satisfazer essa necessidade.

Essa solução envolve a integração de sistemas web.

Sistemas web são programas online que executam tarefas dentro do seu site. Pagamento, frete, segunda via de boleto, agendamento, atendimento online, vídeo chamada e por aí vai.

A questão na hora de definir qual é melhor para a sua empresa: site ou plataforma é entender a sua demanda e definir se existe uma plataforma capaz de satisfazê-la.

Se não existe, a alternativa vai ser fazer um site personalizado.

A vantagem do site é que ele é seu. Isso dá liberdade para projetá-lo para a sua necessidade.

Já para a plataforma o processo acontece ao contrário. Você precisa adaptar a solução da plataforma a sua necessidade.

É nesse ponto que a maioria das empresas acaba se frustrando e migrando para um site próprio.

Por mais completa que uma plataforma seja, ela nunca vai se encaixar perfeitamente a sua necessidade.

Aí você, como gestor, tem que decidir se vale a pena investir em um site dependendo de quão incomodo é o seu relacionamento com a plataforma.

Esse é outro problema que nós recebemos bastante, o fato do contrato com a plataforma apresentar um atrito como o uso de comissão, por exemplo.

Eventualmente o valor somado das comissões é tão alto que muitos empresários se frustram e decidem montar seu próprio site.

Abaixo vamos discutir alguns modelos de sites e quais plataformas oferecem serviços que substituem a necessidade de desenvolver um site.

Ecommerce

O Ecommerce, ou loja virtual, é um dos modelos de site mais populares no momento.

Permitindo a venda direta de produtos, o ecommerce nada mais é do que um site com uma função de busca e filtro de produtos integrado a uma solução de pagamentos e frete.

Claro, existem outros sistemas que podem ser integrados ao ecommerce.

Se você tem um sistema para gestão de estoque (ERP) é possível integrá-lo ao ecommerce para cadastrar produtos de maneira mais prática.

Da mesma forma, toda integração tem os seus detalhes e não acontece ao toque de um botão.

As plataformas entendem o valor que as integrações têm para o sucesso do ecommerce, por isso muitas delas se dedicam a integrar o máximo de sistemas possíveis a sua solução.

Esse é um exemplo prático do problema que comentamos anteriormente.

A plataforma que você escolher tem que ter uma integração pré-configurada ao sistema que você deseja utilizar.

Até por isso, muitas empresas escolhem a sua plataforma baseado nas integrações que ela oferece, sem considerar os outros fatores de desempenho.

Esse processo de adaptação sempre vai deixar uma ponta solta, mas isso não significa que as plataformas de ecommerce não sejam uma boa opção, especialmente no começo.

Um site com função de ecommerce desenvolvido do zero vai custar entre 15 a 60 mil reais.

Eu tenho certeza que muitos empresários preferem pagar 600 reais por mês e mais 5% de comissão por venda, em vez de desembolsar uma soma tão grande.

Mas isso depende muito da lucratividade da solução e das expectativas para a marca.

EAD e Telemedicina

Eu decidi incluir as plataformas de EAD e Telemedicina porque elas trazem um novo ponto de atenção na hora de escolher entre site e plataforma: a interatividade.

No ensino e atendimento médico à distância, a interação com o cliente é fundamental.

Aqui as plataformas acabam tendo vantagem já que elas podem compilar os dados de várias interações e criar atualizações para a plataforma que melhoram o atendimento.

Já no caso do site, você vai ter mais dificuldade para atualizar as funcionalidades de vídeo chamada, mas elas serão personalizadas para a sua demanda.

Esse é um equilíbrio delicado. Existem muitos médicos e escolas que estão perfeitamente satisfeitos com as suas plataformas EAD e de telemedicina.

Ainda assim, ocasionalmente, recebemos empresas que querem uma solução personalizada desenvolvendo o seu próprio site.

Ter um site em vez da plataforma pode também servir um papel estratégico.

Nenhuma empresa gosta de trabalhar com o modelo de Marketplace já que ele gera um ambiente muito competitivo, onde a marca está a dois cliques de distância de perder o cliente para um concorrente.

Criando o seu site, você tem total controle sobre o seu ecossistema, podendo oferecer seus produtos num ambiente que você controla e isso pode ser muito importante para a sua estratégia de venda.

Criando seu próprio site ou plataforma

Vamos começar falando sobre as plataformas porque elas são mais simples de criar por natureza.

Claro, antes de criar o nosso site em plataforma, primeiro temos que escolher a plataforma ideal.

Esse vai ser um processo complicado. Sempre vão existir várias opções no mercado e você só vai entender os pontos fortes e fracos da plataforma ao testar.

Minha primeira dica é não casar com uma plataforma logo de cara. Opte por contratos curtos fáceis de cancelar e trocar.

Apesar dos planos de curto prazo serem mais caros, esse processo de adaptação vai ser importante.

Só mude para um plano de longo prazo quando tiver certeza que a plataforma funciona bem para o seu negócio.

A plataforma vai ter um menu próprio onde você vai poder “personalizar” as suas páginas. Essa personalização vai ser limitada pela plataforma para não fugir do padrão do serviço.

Muitas plataformas trabalham com formatos de temas e templates. Esses temas são layouts padronizados que tem algum grau de personalização.

Numa plataforma vai ser muito difícil criar um site completamente original. Ele sempre vai ser uma colcha de retalhos de elementos emprestados de temas e templates pré-definidos.

Para criar um site com uma plataforma você vai precisar entender o básico sobre como ela funciona e, também, ter alguns elementos básicos de design para trabalhar.

A paleta de cores e tipografia da sua marca vão ser essenciais, assim como imagens para ilustrar seus produtos, colaboradores e empresa.

Muito do trabalho de criação do site em plataforma cai nas mãos do contratante. Já no caso do desenvolvimento de sites o processo é diferente.

Eu vou usar o caso da Cayman, mas cada desenvolvedora tem o seu próprio processo.

No nosso caso o cliente não faz muita coisa. Ele coopera com as informações de estratégia e marketing e depois o projeto fica na nossa mão.

Nós somos especialistas no que fazemos por isso é até bom que o cliente não se meta muito durante o processo de criação.

Ele pode incluir suas opiniões depois para fazer alterações, mas nós defendemos nossos projetos caso o pedido de alteração do cliente vá contra o desempenho do site.

Esse é um ponto importante: você não sabe fazer um site.

É necessário muito conhecimento de causa para tomar decisões durante o desenvolvimento.

Às vezes, trabalhar com uma agência de marketing digital pode ajudar, mas se você busca o melhor resultado vai ter que pagar por um consultor especialista.

Pessoal, era isso! Espero ter aprofundado a sua noção sobre as diferenças entre sites e plataformas e como usá-los para obter os melhores resultados para a sua empresa.

Se quiser saber mais sobre como podemos desenvolver o seu site, preencha o formulário abaixo e entraremos em contato!

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